Se um terço dos senadores brasileiros (27) não assinarem um requerimento para desarquivar o projeto de lei 122 até abril, a aguardada e necessária lei contra a homofobia pode ir para o armário. Pelo regulamento do Senado, propostas que foram apresentadas há mais de duas legislaturas são arquivadas, se não houver um requerimento dos senadores serão retiradas de pauta e será preciso encaminhar um novo projeto. O prazo para pedir que o projeto tramite por mais uma legislatura é de 60 dias, que será contado a partir de fevereiro, quando assumem os novos parlamentares.
O PL 122 foi apresentado em 2006 no Senado. Elaborado pela deputada Iara Bernardi, se aprovada, a lei criaria o crime de homofobia e iria punir com rigor a violência e preconceito contra homossexuais. O projeto é amplamente contestado por parlamentares evangélicos que apelidaram o projeto de Lei da Mordaça, pois temem que pastores não possam mais citar a Bíblia para pregar contra homossexuais.
O regimento surpreendeu militantes que contam com a aprovação da lei este ano em razão da ampla discussão em razão das agressões e assassinatos ocorridos em 2010. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) já afirmou que tomará a responsabilidade de conseguir as assinaturas e o movimento gay deve acompanhar de perto a coleta de apoio ao projeto. Caso consiga ser desarquivado, o projeto terá apenas essa legislatura para ser votado, caso contrário será arquivado em caráter definitivo.
Fonte: Revista Lado A / CPAD News
Tô LigadooO!!!.. Ligadinho em JESUS ligadinho em VOCÊ!
O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reage de forma veemente, em plenário, a essa vergonha que foi firmada em um convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou o Correio Braziliense.
Confira o Vídeo:
REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE
Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Com informações Leonardoconcon.net / Correio Braziliense
Fonte: O Galileo
Obs: AOS AMIGOS DO TÔ LIGAOOO!!!.. INDIQUEM PARA O MAIOR NÙMERO DE PESSOAS POSSÌVEIS NÃO PODEMOS DEIXAR ISTO ACONTECER.
Tô LigadooO!!!.. Ligadinho em JESUS, ligadinho em VOCÊ!
Após 38 anos de intimidade e zelo no casamento, o pastor Ailton José Alves presidentes da convenção geral das Assembléias de Deus no Recife juntamente com sua digníssima esposa Judite Alves, receberam uma linda homenagem durante culto de doutrina ministrado pelo próprio Ailton J. Alves nesse ultimo dia 14 de fevereiro (segunda-feira) no Templo Central das Assembléias de Deus.
38 anos de casamento e muita oração fez com que o zelo do Senhor sobreviesse sobre o Vaso que tem feito muito a obra do Senhor, um grande exemplo a ser seguido!
Sem a presença do Pr. Samuel de Oliveira, como de costume lidera a homenagem todos os anos, dessa vez foi a vez do filhão, Ailton Jr. também Pr. da Ass. de Deus em Recife tomar a frente da homenagem ao aniversário de casamento de seus pais.
"38 anos, representados pelo jubileu de cedro, uma madeira muito importante usada pra edificação do povo do Sr. Assim também usados para edificar seu casamento e a igreja que o Senhor tem confiado ao Pr." disse Pr. Ailton Jr. filho do Pr. Aliton e Judite Alves.
Muita emoção e agir do Espírito Santo marcou mais uma homenagem que o Senhor Jesus preparou a seu servo.
“Família e Igreja. A quem compete o mandato de educar as novas gerações?”. Essa era a questão a ser respondida pela educadora Cris Poli, a Supernanny do SBT, na quinta plenária do 6º Congresso Nacional de Escola Dominical em Maceió. Na avaliação dela, o papel da educação dos filhos está nas mãos dos pais – e sempre esteve. As demais instituições, inclusive a Igreja, são apenas parceiras no ensino.
Entretanto, o convívio social cristão se torna um diferencial para a formação do caráter da criança por conta de alguns fatores específicos que somente são encontrados nas igrejas. São exemplos disso a linguagem, as atitudes, o comportamento e o padrão.
“Nas igrejas, as crianças aprendem a falar da mesma linguagem que os outros, caminham todos para a mesma direção, o mesmo alvo. Quando isso acontece de forma uniforme, a criança acaba sendo orientada a agir igualmente aos demais”, esclarece.
Na palestra que concedeu para milhares de inscritos no congresso, Cris Poli disse que a educação começa nas casas e nas famílias. Os locais posteriormente frequentados pelas crianças são meramente coadjuvantes no processo da educação, como é o caso das escolas, dos ambientes de lazer e quem sabe das igrejas evangélicas.
Com fundamento na palavra de Deus, a Supernanny classificou a educação como vida. “Ela transmite vida para as pessoas. Quando se ensina a alguém estão passando a maneira de viver, transmitindo princípios. E a educação cristã é importante porque está fundamentada na Bíblia Sagrada”, afirmou. Cris Poli disse que aos poucos os valores e esses princípios estão sendo mudados.
Ela explicou cada um deles na plenária. Ao todo foram 14 princípios: família, autoridade, responsabilidade, disciplina, autonomia, indivíduo, elogio, educação é vida, organização, rotina, respeito, cumplicidade, qualidade e incentivo. “Quanto maior for a autoridade dos pais, maior será a responsabilidade. E quanto à disciplina, não estou tratando aqui de castigo. O sinônimo dela é o ensino. Devemos aplicar a disciplina educando, sempre”, orientou.
A palestra com Cris Poli era uma das mais aguardadas do 6º Congresso da Escola Dominical. A popularidade da educadora, obviamente por conta do programa de TV, foi nítida em todo o momento em que a educadora esteve no Centro de Convenções.
Programação
Antes da plenária com a Supernanny, o pastor Elmer Towns (EUA) ministrou sobre “Expansão de Ensino da Escola Dominical – parte 2″. Após a palestra de Cris Poli foi a vez o renomado pastor Elienai Cabral (DF) falar sobre a “Redescoberta do Ensino como fonte de Avivamento”. O momento devocional teve a presença do ministério de louvor do Farol e da cantora Alice Maciel (RN).
A santa paz a todos os leitores do Tô Ligado!
Sei que muitos já devem ter passado por aqui hoje e louvo ao Senhor por suas vidas. Mas quando me acordei mais cedo o Senhor falara comigo através de um vídeo do Pr. Silas Malafaia onde fui fielmente tocado pelo Espírito Santo do Senhor. Gostaria de mostrar a vocês porque se trata de um momento muito delicado que nossa nação está vivendo e nós como luz e sal da terra não estamos atentos as ciladas que o inimigo de nossas almas tem nos proporcionado.
Assista com atenção!
Parte 1
Pare 2
A palavra do SENHOR nos diz que Ele o Senhor nos pedirá conta de tudo. Tudo mesmo! Onde estão os crentes? Estamos deixando o inimigo de nossas almas se levantar contra nós mesmos. O que você dirá a DEUS naquele dia?(...)
Como a maioria dos Cristãos, Slater acredita que, embora o retorno de Jesus seja ensinado na Bíblia, ninguém pode saber o dia nem hora para além de Deus.
“O fim dos tempos é algo que todos nós esperamos e esperamos e esperamos, mas a maioria dos Cristãos não estão no negócio de tentar prever essa data. Eles estão trabalhando para essa data,” disse Slater ao The Christian Post.Os outdoors recentemente começaram a aparecer em Omaha, Detroit e Nashville. Um grupo da Carolina do Norte planeja 50 painéis planos para impactar o metrô de Atlanta esta semana e as campanhas em outras cidades em dezembro.
Os anúncios temáticos de Natal com imagens dos três reis magos e a estrela de Belém diz às pessoas que “Ele está voltando.”
Allison Warden, cuja família dirige o website WeCanKnow.com, aponta para 1 Tessalonicenses 5:4, onde ele afirma: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão” para justificar a sua campanha.Warden e sua família são seguidores de Harold Camping, conhecido por seus ensinamentos controversos em sua estação de Rádio da Família em todo o mundo, que patrocinou os outdoors, em Nashville.Camping, que ensina as pessoas a deixarem suas Igrejas antes da data final, diz que ele chegou ao 21 de maio de 2011, por meio de um cálculo matemático demonstrando naquele dia para ser exatamente 7000 anos desde o dilúvio de Noé.Tentar prever o fim do mundo não é apenas anti-bíblico, de acordo com Slater, mas anti-cristão. Ele observou que, ao tentar viver de acordo com o conhecimento, o ensino do grupo parece mais com o agnosticismo que o Cristianismo.
“Eu acho que as pessoas são sinceras, mas elas também estão cometendo um erro grave,” disse ele. “Eles estão tentando substituir viver pela fé com a viver pelo conhecimento. Conhecimento, mas de quando o mundo acabar não pode substituir o poder de viver pela fé.”
“Jesus disse a seus discípulos que eles não devem ficar preocupados com o fim do mundo, mas eles deveriam estar preocupados sobre como tornar o mundo um lugar melhor. Essas pessoas estão fazendo exatamente o oposto.”
Slater referiu Mateus 25 onde Jesus diz que os justos são aqueles que alimentam o olhar faminto, depois dos doentes, visitar os presos.
“Em cada oportunidade todos os Cristãos devem ajudar outras pessoas,” disse o estudioso do Novo Testamento. “Nós não devemos deixar de ser salvos. Devemos ajudar as pessoas continuamente ao longo da vida, porque nós nos movemos em direção à santificação. Não significa que conseguimos chegar lá, mas estamos sempre lutando para chegar lá.”
Se 21 de maio vai e vem, acrescentou Slater, os outdoors vão afastar mais pessoas do Cristianismo, se já não o fizeram.
“Isso fará com que outras pessoas olham para eles e dizer:” Todos os Cristãos são tolos como eles,” disse Slater.
Na verdade, a data do “Fim” já veio e se foi. Em Setembro de 1994, Camping previu que o arrebatamento aconteceria. Mas depois ele disse que cometeu um erro matemático.Slater está preocupado que no dia seguinte, o grupo vai novamente dizer que calculou mal e marcar uma outra data.
“Este é um fenômeno recorrente que aconteceu várias vezes quando há algum tipo de crise social, por exemplo, a nossa atual crise econômica.”
“Nós vivemos em uma época onde cerca de 20 anos, tivemos uma economia movimentada e agora nós estamos lutando,” comentou ele. “As pessoas estão buscando respostas em lugares diferentes e formas diferentes.”
Mas 21 de maio é muito significativo em pelo menos um caminho, observou Slater.
..Mais popular das confissões protestantes em território nacional, a AD é uma igreja com a cara do Brasil. Presente das grandes cidades aos vilarejos do interior, ela congrega gente de todo tipo, origem e classes sociais; ao mesmo tempo, mantém a ortodoxia doutrinária e a fidelidade às Escrituras que se tornaram sua marca desde que os fundadores, os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, aportaram em Belém (PA). Daqueles tempos de pioneirismo e perseguição, ficou na alma dos assembleianos a urgência de anunciar o Reino de Deus. Há quase 100 anos, os crentes da denominação só têm colocado mais e mais pedrinhas em sua coroa – é assim que eles, carinhosamente, chamam as almas ganhas para Jesus.
A ocasião festiva já está sendo comemorada em diversos eventos e a agenda vai ficar cheia até 2011. A coordenação do programa do centenário está a cargo da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil (CGADB), entidade que congrega mais de 100 mil igrejas e 35 mil pastores. O número exato de fiéis é impossível de mensurar. “Segundo o Censo de 1991, os assembleianos eram 2,4 milhões; já em 2000, 8,1 milhões de pessoas se declararam membros da AD”, lembra o pastor Silas Daniel, diretor de Jornalismo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD). “Nove anos depois do último Censo, com base não apenas em projeções, mas em dados de crescimento que nos chegam de alguns ministérios regionais, chega-se a um número estimado de 15 milhões.”
“Sal e luz”
A verdadeira dimensão numérica da AD é menos importante do que seu legado. Ao longo do século 20, a denominação exerceu papel fundamental na evangelização do país. “Há décadas as Assembleias de Deus têm feito a diferença em uma sociedade que diariamente perde os referenciais de ética, integridade, vida espiritual e moral”, destaca o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB. Em abril, ele foi reeleito para seu décimo mandato à frente da entidade numa participação recorde, tendo mais de 13 mil ministros eleitores, derrotando o pastor Samuel Câmara. A primeira vice-presidência ficou com o pastor e conferencista Silas Malafaia. “Deus nos chamou para ser sal e luz, e temos obedecido a esse chamado com poder e autoridade. O trabalho dos pioneiros continua em nossos dias, e o Senhor nos proporcionou os meios para fazê-lo da melhor forma possível.”
Sobre as comemorações, Wellington lembra que a história da AD é caracterizada pelo mover divino. “Cem anos não são cem dias. Contamos tempos trabalhosos, de perseguição, de incompreensão contra a nossa fé, e hoje podemos colher os frutos de um evangelismo pacífico e respeitoso em nossa nação. Deus se fez presente conosco, confirmando sua Palavra e acrescentando à igreja os que vão sendo salvos”. A programação começou oficialmente durante a Assembleia Extraordinária da CGADB em Porto Alegre (RS), ano passado. O marco inaugural foi um cerimonial no Hotel Sheraton, na capital gaúcha, com a presença de líderes de quase todas as convenções regionais e de órgãos ligados à igreja. Ali, toda a programação de 2008 a 2011 foi exibida em vídeo. Na ocasião, foi apresentada também a marca do centenário, que representa o número “100” estilizado com uma chama – lembrando o pentecostalismo – e duas alianças entrelaçadas.
Um dos destaques das comemorações é a série de conferências pentecostais que serão promovidas até 2011, uma em cada região do país. “Serão grandes eventos evangelísticos e de renovação espiritual”, descreve José Wellington. Mas o que está motivando os assembleianos do Brasil é mesmo comemorar os cem anos bem ao seu estilo – ou seja, pregando a Palavra a toda criatura. Uma das metas até 2011 é que cada membro leve ao menos uma pessoa à conversão ao Evangelho. Outro desafio é abrir uma congregação da AD em cada município do país. “Queremos que todas as cidades tenham uma igreja da Assembleia de Deus pregando a salvação em Jesus Cristo”, anuncia o dirigente.
A primeira conferência foi realizada no Centro-Oeste, em outubro de 2008, no Grande Templo da AD em Cuiabá (MT). A segunda será na Região Sul, em Curitiba, ainda este ano. Em seguida, será a vez do Nordeste, na cidade de Recife (PE), em junho de 2010; depois, será a vez da Região Norte, com o evento em Belém do Pará, já em junho de 2011, na semana de aniversário de cem anos da denominação no Brasil. Finalmente, em outubro de 2011, será realizada a última conferência, desta vez no Sudeste, na cidade de São Paulo, ocasião em que será inaugurado o novo templo-central da Assembleia de Deus do Belenzinho (SP).
Fonte: Cristianismo Hoje
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O outdoor em Nova Jersey que declarava Natal é “mito” foi substituído esta semana por um cartaz cristão.
O novo outdoor apresenta “Deus é” e uma infinidade de palavras e frases incluindo “bom,” “vivo,” “Jesus,” “ciente de sua luta” e “aquele que te amou.”
O anúncio está localizado próximo ao Túnel Lincoln, um dos túneis mais viajados no mundo. Foi patrocinado pela Igreja Times Square o qual tinha os mesmos anúncios estampados em mais ou menos mil vagões de metrô da cidade de Nova York no início deste ano.
“Nós queremos encorajar as pessoas a buscarem a Deus e provar que de fato Ele é,” disse o Pastor Sênior Carter Conlon.
O anúncio, disse ele, descreve Deus “em apenas algumas das infinitas maneiras que Ele prova Sua presença para nós todos os dias.”
Este é a segunda campanha pró-Deus para atingir a área desde que os Ateus Americanos lançaram o seu cartaz anti-Natal. Por cerca de um mês, o grupo humanista tinha um anúncio que mostrava três reis magos visitando o bebê Jesus na manjedoura e as palavras “Você sabe que é mito. Esta temporada comemora razão.”
O outdoor ateu foi projetado para apelar aos ateus “enrustidos” durante a temporada de férias quando a maioria dos norte-americanos celebra o Natal. Ele chamou bastante atenção e provocou debates.
A igreja respondeu patrocinando seu próprio outdoor perto da saída do Túnel Lincoln, em Nova York. O anúncio apresenta José, Maria e Jesus e a frase “Você sabe que é real. Nesta temporada, celebre Jesus.”
A Igreja de Times Square, que atrai mais de 8 mil pessoas por semana, é a última a se envolver no debate com o seu anúncio “Deus é.” Fonte:The Christian Post / Gospel Prime
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“Quando eu soube no dia, achei extraordinário”, narra o apóstolo Valdemiro Santiago sobre a vida da pequena Ana Carolina Bonifácio Ribeiro, de cinco anos, filha dos hoteleiros Debora Cristina Bonifácio Ribeiro, 38 anos, e Emanuel Ribeiro Sobrinho, 44 anos. “Na quinta feira, três dias atrás, eu saí na porta da sede, no Brás, e algumas pessoas vieram me agarrar e pedir oração.
Entre elas, veio este casal, com a menina pequena sofrendo com aquela enfermidade na pele que para mim é um tipo de lepra. A criança se arranhando, sangrando, partia meu coração olhar. Investido de fé, declarei a cura e disse para que a trouxessem depois para dar o testemunho. Imaginei uns quinze dias comigo, pelo estado em que a pele da menina estava, até a recuperação. Para minha surpresa, na sexta feira eu ia saindo da sede novamente e a mãe chorando, me esperava e veio correndo na minha direção dizer para que eu visse a menina, completamente curada. Glória de Deus”.
Membros da Igreja Mundial do Poder de Deus há dois anos, Debora conta que a situação de sua filha, Ana, era uma recaída. “Quando ela nasceu, a pele dela era frágil e com um aninho de idade, as feridas começaram a aparecer. Fizemos tratamentos, pomadas, e ela cresceu, trocou a pele e a doença sarou.
Esses dias, as feridas reapareceram e na quinta feira, minha filha acordou desesperada, com muitas dores, se coçando. Veio me mostrar e quando olhei o corpo dela, estava todo coberto de feridas, sangue escorrendo pelo corpo e nos dedinhos dela, bateu um desespero, pensamos que a doença havia voltado com tudo, que o sofrimento da minha filha recomeçaria”.
Debora e o esposo, Emanuel, tentaram acalmar a filha enquanto se prepararam e a trouxeram até a sede da Igreja Mundial do Poder de Deus no Brás. “A esperança dela estava aqui. Sei disso porque a minha vida é um testemunho do poder de Deus. Dois anos atrás, vim para esta obra sofrendo com um câncer terminal no intestino, contra a vontade de todos. Passei um sufoco tremendo para poder chegar à reunião, usando fraudas e pesando 40 kg. Consegui atravessar pela multidão e passar doze horas com o rosto colado no altar, clamando, suplicando para que Deus me deixasse viver. O apóstolo naquele dia orou por mim e dezoito dias depois, eu estava curada. A médica que cuidava do meu caso dizia que mesmo que eu me recuperasse, as cordas que ligam o meu intestino nunca mais seriam restauradas, mas nos exames, ela mesma viu que Deus me curou. Nada é impossível para Deus”.
“Pai, eu vou ficar toda pipocada? Ela me disse, com o sangue nos dedos e a pele toda cortada”, conta o pai Emanuel. “Meu coração apertado, mas disse para ela: ‘Calma, filha, que hoje mesmo vamos ao apóstolo Valdemiro Santiago para clamar a Deus por sua vida’. Chegávamos na rua em frente a igreja quando vimos o apóstolo rodeado de pessoas, do lado de fora do templo. Corremos para mostrar a menina a ele e minha esposa disse ‘Olha o que está nela’ e ele nos respondeu ‘olha o que saiu dela’. Voltamos mais tranquilos para casa depois disso”.
“Acordei no dia seguinte determinada a bater fotos da pele da minha filha para mostrar depois quando viéssemos dar testemunho da cura na vida de Ana”, diz Debora. “Peguei a câmera, chamei meu esposoe juntos entramos no quarto dela, mas quando chegamos para olha-la, Ana não tinha mais nada, nenhuma marca, sequer um sinal da doença ou das feridas”.
Emocionado, o apóstolo Valdemiro Santiago recitava que “o poder de Deus nesta obra supera nossa fé. Os pais e eu sabíamos que a criança seria curada, mas nenhum de nós imaginou que Jesus chegaria na frente tão rápido. Este é um casal de fé, uma família abençoada”. No seu braço, a pequena Ana testificava. “Coçava muito, filhinha?” – pergunta o apóstolo. “Coçava”, respondeu. “E sabe quem te curou?” A resposta da menina provocava o grito de exaltação da boca do apóstolo: “Jesus”.
Fonte: Igreja Mundial
via: www.guiame.com.br
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