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sexta-feira, 30 de março de 2012

Israel afirma que atacar o Irã é menos perigoso que a ameaça de uma bomba nuclear

  O clima entre Israel e o Irã continua tenso, tanto que essa semana o Centro de Jerusalém para Negócios Públicos revelou uma pesquisa onde 60% dos entrevistados dizem acreditar que apenas uma ação militar poderá parar o programa nuclear do Irã.


Para quase dois terços dessas pessoas, atacar as instalações iranianas representa menos perigo que viver sobre a ameaça de uma bomba nuclear que pode acabar com o Estado israelense.


O estudo coordenado pelo professor Camil Fuchs do CJNP também revelou que a maioria concorda que o preço de viver sob ameaça é maior do que o preço a pagar para destruir as instalações nucleares do Irã.


Dos entrevistados apenas 26% discorda desta ideia e 9% não estão seguros quanto a melhor alternativa para essa situação.


Para este estudo foram consultados pessoas de cinco classes diferentes da população de Israel: secular, tradicional, religioso, imigrantes e russos. Do montante de entrevistados 75% dos homens preferem o ataque no Irã enquanto que entre as mulheres apenas 56% não tinham o ataque como opção em prioridade.


Essas mulheres acreditam que a frente doméstica israelense vai sofrer se Israel atacar o país vizinho e expressaram sua confiança nas Forças de Defesa israelense para destruir as aspirações nucleares do Irã. Entre os religiosos essa confiança era ainda maior.




Fonte: Traduzido e adaptado de Haaret
Via: Tô LigadooO!!!..

quinta-feira, 1 de março de 2012

Marisa Lobo rejeita determinação do Conselho de Psicologia e reafirma que não vai negar sua fé


    Após terminar, na última sexta-feira (24), o prazo imposto pelo Conselho Regional de Psicologia do estado do Paraná (CRP/PR), à psicóloga Marisa Lobo, para que ela retirasse das redes sociais todas as menções à sua fé cristã, ela afirmou que nunca negará sua fé em Cristo.
A psicóloga recebeu no dia 09 de fevereiro uma determinação do CRP obrigando-a a retirar, em 15 dias, todo conteúdo de seu blog e Twitter que vincule sua profissão a posicionamentos religiosos, sob pena de perder seu registro profissional no conselho caso não acatasse a decisão. A determinação foi fruto de uma denúncia feita por um grupo de ativistas de um movimento gay contra a psicóloga.
A decisão do conselho foi repudiada por diversos parlamentares evangélicos, como o pastor e deputado federal Marco Feliciano, o senador Magno Malta, o deputado João Campos, que é presidente da Frente Parlamentar Evangélica, e o deputado Roberto de Lucena. Os parlamentares manifestaram apoio à psicóloga, e Feliciano classificou o caso como perseguição religiosa.
Não acatando a ordem do conselho profissional, Marisa Lobo Redigiu um documento de 3 páginas contendo sua defesa contra a determinação. Nesse documento, publicado também em seu blog, ela reafirma sua fé e lembra seu direito constitucional de professar publicamente sua convicção religiosa. Marisa citou em sua defesa o inciso VI do artigo 5º da Constituição Federal, que garante ser “inviolável a liberdade de consciência e de crença”, ela citou ainda a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário, que também garante o direito à liberdade religiosa.
Ela afirmou ainda que não vai acatar a decisão de retirar da internet conteúdos que vinculem a psicologia à sua fé, e escreveu: “não nego minha fé, não nego meu Deus, não nego meu Jesus, pois creio ser Ele o únicoSalvador da minha vida”.
“Pode este conselho tomar as devidas providências quanto ao meu caso que lhe convier, quanto a mim lutarei pelos meus direitos, crendo na sociedade, crendo no parlamento, crendo na justiça do homem, na constituição do meu país e crendo principalmente no Deus que sirvo, que me dará a vitória”, concluiu a psicóloga, que terminou o documento dizendo: “Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor. Tenho orgulho de ser cristã”.
Fonte: Gospel+
Via: Tô LigadooO!!!..

Cristãos matam muçulmanos para se vingar de ataque


    A seita radical islâmica Boko Haram tem feito ataques constantes aos cristãos na Nigéria. Domingo passado, uma van carregada de explosivos explodiu em frente à sede da Igreja de Cristo, matando três pessoas e ferindo cerca de 40.
Esse atentado suicida foi mais um na série de ataques recentes do grupo contra cristãos no norte da Nigéria. Estima-se mais de 200 pessoas já morreram vítimas de ataques atribuídos a Boko Haram somente este ano. Desde o Natal de 2011 os ataques vêm se intensificando.
“Nós atacamos simplesmente porque é uma igreja, e podemos decidir atacar qualquer igreja. Estamos apenas começamos”, declarou um “porta-voz” do grupo, Abul Qaqa, durante uma entrevista coletiva à imprensa.
A polícia e os serviços de segurança também foram alvos da crescente violência da Boko Haram, que tem feito ataques quase diários no norte do Nigéria. O desejo da seita é a instauração da sharia (lei islâmica) no país.
O problema é que desta vez os cristãos regiram e estima-se que pelo menos seis muçulmanos foram mortos por espancamento.
Alguns analistas afirmam que a escolha da Boko Haram em atacar primordialmente alvos cristãos é motivada pela percepção do domínio político cristão no centro do país. Outros admitem que o grupo está usando a disputa já existente entre religiões para desestabilizar o país mais populoso da África.
A cidade de Jos, na região centro-norte da Nigéria, é um dos pontos com as maiores tensões religiosas. Jos é capital do Estado do Plateau, localizado numa região onde se cruzam o norte (de maioria muçulmana) e o sul (de maioria cristã).
O choque entre fiéis das duas religiões provocou milhares de mortos durante a última década. De acordo com a organização Human Rights Watch, os militantes já mataram cerca de mil pessoas em toda a Nigéria, na sua grande maioria cristãos.
Os líderes cristãos do país tem pedido que não haja retaliação nem desejo de vingança, pois não é esse o principio do cristianismo. Mesmo assim, existem grupos cristãos que afirmam estar apenas se defendendo, mas não se importam em matar muçulmanos se for “necessário”. Os esforços do governo não têm se mostrado eficazes e teme-se que o país possa viver em breve uma guerra civil.
O Boko Haram, que até pouco tempo atrás era visto como um grupo de fanáticos, que viviam da selva armados com arcos e flechas envenenadas, chegou a 10.000 membros, estima o governo. Os relatórios de inteligência indicam que a rede al Qaeda treinou o grupo para preparar carros-bombas e fazer granadas usando de latas de leite condensado e outros explosivos improvisados.
Fonte: Gospel Prime Com informações Folha e Voa News 
Via: Tô LigadooO!!!..

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pastor critica ação do MP contra Silas Malafaia e afirma que procurador “deveria ser mais cuidadoso”


    O pr. Rubens Teixeira publicou artigo criticando a ação movida pelo Ministério Público contra o pastor Silas Malafaia. No título, Teixeira ironiza ao questionar se o MP achava que o PLC 122 havia sido aprovado.
Em seu texto, Teixeira afirma que o procurador (Jefferson Aparecido Dias) “deveria ser mais cuidadoso na aplicação de suas opiniões e não tomá-las como leis antes de o Congresso Nacional aprová-las e serem sancionadas” e que “certamente ele faz parte da minoria que gostaria de ver o PL122 aprovado na forma que se originou”.
Afirmando que as interpretações de opiniões devem ser baseadas no sentido que o autor quis que tivessem, o procurador do Ministério Público deveria levar isso em consideração, segundo Teixeiira: “É da responsabilidade do emissor da mensagem esclarecer o que quer dizer e não terceiros atribuírem interpretações ao pensamento alheio, contrariando o que o emissor pretende transmitir. Assim, o pastor Silas Malafaia explicou que ‘baixar o porrete’ ou ‘entrar de pau’ significam ‘formular críticas, tomar providências legais’. Certamente o procurador não definiria as opiniões de qualquer pessoa melhor que a própria pessoa”.
Rubens Teixeira encerra seu artigo sinalizando que “seria melhor, então, em defesa do bom Direito, que prevaleça a verdade e que o Estado Brasileiro não ataque os direitos sagrados de opinião e de expressão, e não seja questionado como violador de direitos humanos fundamentais”.
Confira a íntegra do artigo “Teria o Ministério Público Federal de SP achado que o PL122 foi aprovado no caso do pastor Silas Malafaia?” do pastor Rubens Teixeira:
A Ação que o MPF de São Paulo moveu contra o pastor Silas Malafaia, acusando-o de homofobia, funciona como uma forma de garantir àqueles homossexuais que querem o direito de vilipendiar a fé alheia, um salvo-conduto que lhes garanta impunidade. Se o Ministério Público quiser efetivamente fazer valer a lei, deveria mover uma ação contra os que vilipendiaram os símbolos religiosos católicos e foram denunciados pelo pastor Silas Malafaia no momento em que proferiu as palavras julgadas homofóbicas pelo MP.
O procurador disse que o pastor fez um discurso de ódio porque criticou a ação daqueles homossexuais que foram desrespeitosos com os símbolos da fé católica. O procurador entendeu que algumas expressões proferidas pelo pastor foram homofóbicas. Nesta ação, este procurador usou entendimentos contidos no PL122 que não foi aprovado no Senado Federal. Portanto não é lei. Como este membro do MP é formado em Direito, sabe que a sua alegação não procede e o seu desejo de conseguir uma condenação do pastor vai além das letras da lei.
Certamente ele faz parte da minoria que gostaria de ver o PL122 aprovado na forma que se originou. Como vivemos em uma democracia e ele é obrigado a defender a Lei, deveria ser mais cuidadoso na aplicação de suas opiniões e não tomá-las como leis antes de o Congresso Nacional aprová-las e serem sancionadas.
O procurador teria alegado, segundo a matéria, que “As gírias ‘entrar de pau’ e ‘baixar o porrete’ têm claro conteúdo homofóbico, por incitar a violência em relação aos homossexuais”. Se ele acredita nisso mesmo, deveria processar todas as pessoas que se utilizam dessa expressão, não só contra os homossexuais. Pelo que parece, expressões dessa natureza são frequentes em programas de rádio de TV, especialmente em programas policiais, e, pelo que sei, seus apresentadores não costumam ser processados por tal procurador.
É da responsabilidade do emissor da mensagem esclarecer o que quer dizer e não terceiros atribuírem interpretações ao pensamento alheio, contrariando o que o emissor pretende transmitir. Assim, o pastor Silas Malafaia explicou que “baixar o porrete” ou “entrar de pau” significam “formular críticas, tomar providências legais”. Certamente o procurador não definiria as opiniões de qualquer pessoa melhor que a própria pessoa.
Segundo a matéria, o procurador alega que, durante o inquérito, o pastor pediu que os fiéis da sua igreja enviassem e-mails ao responsável pelo caso. Alega ainda que recebeu centenas de mensagens. E conclui: “Da mesma forma que seus seguidores atenderam prontamente o seu apelo para o envio de tais e-mails, o que poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, “entrar de pau” ou “baixar o porrete” em homossexuais?”
Ora, se o procurador acredita mesmo que os fiéis atendem os apelos do pastor, porque estes tais seguidores do pastor Silas não “caíram de pau” e nem “baixaram o porrete nos homossexuais” conforme teria sugerido o seu entendimento da mensagem do pastor? Pois é, procurador, é que os fiéis, que efetivamente seguem os conselhos dos pastor Silas Malafaia, entenderam, diferente do senhor, que esta expressão não envolvia ódio nem agressão, mas sim uma referencia às medidas legais cabíveis que o caso requer em relação aos homossexuais que vilipendiaram símbolos católicos, não aos demais homossexuais que nada tem a ver com aquela vergonha desprezada por alguns que deveriam ter agido para cobrar responsabilidades.
Portanto, a interpretação do procurador é contraditória. Diz que os seguidores do pastor Silas Malafaia obedecem os seus apelos, mas não teriam obedecido dessa vez. Quando diz que poderá acontecer, está querendo que os seguidores do pastor entendam da forma dele, não da forma que eles mesmos entendem costumeiramente. Parece querer que o pastor Silas Malafaia seja condenado por uma situação hipotética (poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, ‘entrar de pau’, ou ‘baixar o porrete’ em homossexuais) desprezando as evidencias claras de que não houve qualquer repercussão de violência sobre os homossexuais por conta das declarações do pastor.
Assim, seria melhor, então, em defesa do bom Direito, que prevaleça a verdade e que o Estado Brasileiro não ataque os direitos sagrados de opinião e de expressão, e não seja questionado como violador de direitos humanos fundamentais. Seria melhor defendermos a lei e a verdade e, especialmente quando tivermos o dever, proteger a liberdade religiosa e seus símbolos, para que o Estado Brasileiro não seja considerado leniente na defesa da liberdade religiosa e dos símbolos religiosos.
Fonte: Gospel+
Via: Tô LigadooO!!!..

Bispos da Igreja Universal poderão ser presos por “curar” jovem homossexual


    O vídeo onde um jovem homossexual é exorcizado e “curado” durante um programa da IURD TV pode render um processo judicial histórico no país.
Neste programa, o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, fala que o jovem identificado apenas como Leandro passaria por um processo de “libertação”.
O bispo Clodomir Santos é chamado e conversa com o demônio e o expulsa depois de saber que o jovem se tornou gay por ser vítima de um “trabalho de macumba” de um vizinho contra ele.
O jovem se contorce, grita e se ajoelha no chão enquanto os bispos começam a gritar “queimando, queimando, queimando” e o exorcismo é feito. O jovem volta ao seu estado normal e diz que se sente melhor. Depois, agradece por ser libertado pelos bispos da Universal.
A alegação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) é que as imagens seriam provas de “charlatanismo”. Segundo o artigo 283 do Código Penal, esse crime pode resultar na prisão dos envolvidos por até dois anos.
A ABGLT pediu ao Ministério Público de São Paulo que investigue o caso, pois afirma que embora a Constituição garanta liberdade de culto, a homossexualidade não pode ser tratada como uma doença. Desde 1990, ela não consta mais da Classificação Internacional de Doenças, da Organização Mundial da Saúde.
“Parece-nos que o vídeo em questão, assim como vários outros disponíveis na internet com conteúdos parecidos, é uma prova cabal da prática do charlatanismo, uma vez que divulga publicamente a suposta “cura” de uma condição que não é doença, além de disseminar a demonização e manifesta intolerância da homossexualidade”, diz o requerimento encaminhado pela Associação ao MP.
O Ministério Público ainda não se manifestou a respeito. Não é a primeira vez que Toni Reis, presidente da ABGLT, entra em rota de colisão com os evangélicos.
Reis e sua associação já reivindicartam no ano passado punições às emissoras que levem ao ar declarações ofensivas aos direitos homossexuais. Sua solicitação ao Ministério das Comunicações é que se iniba essa prática em especial nos programas religiosos transmitidos em rede aberta.
Além dos pastores evangélicos, em especial Silas Malafaia, que moveu um processo contra Toni Reis, o deputado Jair Bolsonaro também já foi atacado pela ABGLT.
Esta semana, a ABGLT e outras entidades similares, enviaram um ofício ao Ministério Público Federal, questionando o veto aos vídeos da campanha do Carnaval contra a Aids, produzida pelo Ministério da Saúde com o foco em jovens gays.
Também solicitou ao Ministério Público Federal que investigue e tome providências sobre o veto à distribuição do chamado “kit Gay”, material distribuído nas escolas que serviria para combater a homofobia. Na interpretação dos evangélicos e católicos, que conseguiram impedir sua distribuição, o material iria promover a homossexualidade.
A Associação quer saber que providências o governo está tomando “diante da comprovada existência da homofobia no ambiente escolar”.
Assista:
Fonte: Gospel Prime
Via: Tô LigadooO!!!..

“Homossexual agredido é manchete de jornal, morte de dezenas de cristãos é ignorada”, diz jurista


    O jurista brasileiro Ives Gandra da Silva Martins escreveu um artigo falando sobre a falta de notícias sobre a constante perseguição de cristãos em países de maioria é muçulmana. Chamando a matança de “cristofobia islâmica” ele analisa que apesar de tantos casos contra cristãos acontecerem no mundo a imprensa brasileira não noticia essas informações.
“As notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam”, disse ele. O jurista então compara a morte de cristãos com a morte de homossexuais, dizendo que estas sim são noticiadas.
“Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa”.
No texto publicado no Jornal do Brasil, Gandra lembra de grandes ataques contra cristãos que aconteceram no Egito, na Nigéria e no Paquistão, vitimando dezenas de pessoas. Esses casos foram citados por um jornalista na revista americana Newsweek em 13 de fevereiro, sugerindo uma tolerância religiosa para todos, menos para os intolerantes.
Ele concorda com o jornalista Ayaan Hirsi Ali que escreve dizendo que o Ocidente poderia condicionar ajuda humanitária, social e econômica para com os que professam a fé cristã seja também respeitada. “Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens”.
Leia o artigo na íntegra aqui.
Fonte: Gospel Prime
Via: Tô LigadooO!!!..

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Vídeo editado por ativistas gays insinua que Pastor Silas Malafaia convocou fiéis a agredirem homossexuais

   Um vídeo que circula na internet mostra o Pastor Silas Malafaia criticando os homossexuais em seu programa, Vitória em Cristo. O vídeo, editado mostra também cenas de agressões a homossexuais e uma legenda que orienta os internautas a solicitarem que a Band retire o programa do Pastor do ar.
Procurado pela reportagem do Gospel+, o Pastor Silas Malafaia respondeu afirmando que “mais uma vez o movimento gay se utiliza do que há mais baixo, ridículo e mentiroso para tentar me incriminar: a manipulação de vídeos de meus programas, tirando uma palavra de um contexto geral”.
O vídeo original do Programa Vitória em Cristo possui 10:46 minutos, enquanto que o vídeo editado possui 0:41 segundos. “Desta vez, manipularam um vídeo para tentarem insinuar que eu mandei bater nos homossexuais, sendo que o contexto correto da minha palavra era para a Igreja Católica não se calar diante da baixaria que fizeram na Parada Gay em São Paulo, ao ridicularizarem os católicos; e que a imprensa ficou quieta”, afirmou Malafaia.
O Pastor Silas Malafaia afirmou ainda que os líderes do movimento gay são “maquiavélicos” e que editaram o vídeo para que ele parecesse incentivar a violência, o que ele nega: “por que não colocaram o meu pronunciamento feito no programa Vitória em Cristo na íntegra? Pelo simples fato de eu combater a violência contra os gays neste mesmo vídeo, do qual eles distorceram as minhas palavras”.
Malafaia ressaltou que combate a prática homossexual e que na verdade, quem está incentivando a violência são os próprios gays. “Os verdadeiros incentivadores de ódio e intolerância são os próprios gays, assim como estão fazendo em relação à minha pessoa, pelo simples fato de eu ser um combatedor de suas práticas”.
Leia na íntegra o relato do Pastor Silas Malfaia:
Mais uma vez o movimento gay se utiliza do que há mais baixo, ridículo e mentiroso para tentar me incriminar: a manipulação de vídeos de meus programas, tirando uma palavra de um contexto geral.
Desta vez, manipularam um vídeo para tentarem insinuar que eu mandei bater nos homossexuais, sendo que o contexto correto da minha palavra era para a Igreja Católica não se calar diante da baixaria que fizeram na Parada Gay em São Paulo, ao ridicularizarem os católicos; e que a imprensa ficou quieta.
Por que não colocaram o meu pronunciamento feito no programa Vitória em Cristo na íntegra? Pelo simples fato de eu combater a violência contra os gays neste mesmo vídeo, do qual eles distorceram as minhas palavras.
São tão maquiavélicos e sem caráter que, na edição desse vídeo mentiroso, acrescentaram imagens de gays que sofreram agressões físicas, tentando insinuar que a violência é fruto do meu pronunciamento no programa.
Assista ao vídeo todo para você entender o real sentido das minhas palavras. Como lhe é peculiar, o movimento dos homossexuais só se utiliza de mentiras, calúnias e difamações para tentarem conseguir alguma coisa.
Tudo deles é manipulado: quantidade de gays no Brasil, número de participantes nas Paradas Gays, pesquisas encomendadas para beneficiá-los.
Os verdadeiros incentivadores de ódio e intolerância são os próprios gays, assim como estão fazendo em relação à minha pessoa, pelo simples fato de eu ser um combatedor de suas práticas.


Assista aos vídeos:

Vídeo EDITADO:




Vídeo ORIGINAL:




Fonte: Gospel Mais
Via: Tô LigadooO!!!..

Padre chama evangélicos de ‘otários’ por não crerem nos santos


    A adoração a imagens é uma das maiores diferenças entre cristãos católicos e protestantes e por causa disso, durante uma missa, o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, da Arquidiocese de Cuiabá (MT), disse que os evangélicos são “otários”.
“O princípio protestante é um princípio orgulhoso e soberbo, o princípio protestante é ‘eu não preciso de ninguém eu vou pra Deus direto’”, ensina o religioso que diz que sua religião é humilde e que Deus quer que usemos os outros pecadores.
“E se Deus quer que você use os outros, as criaturas humanas frágeis, o que você faz otário?”, diz ele que confessa que beija a mão de outro padre mesmo sabendo que ele é pecador, porque aquelas mãos são instrumentos de santificação.
O padre afirmou que os protestantes repetem, babam e bufam que Jesus é o único mediador. “Jesus é o único mediador, meu filho. Mas você já ouviu falar no Corpo de Cristo? O único mediador é o Corpo de Cristo, não é só a cabeça”, disse.
Em seu sermão ele tentava convencer de que o catolicismo está correto ao pedir para que os santos façam a intermediação de suas súplicas, que é o mesmo que pedir para o próprio Jesus. Ele diz também que os evangélicos falam que amam a Jesus, mas perseguem os católicos, falam mal da Virgem Maria e do Papa.
“Como é possível amar Jesus desse jeito? Vocês só amam o pedaço que vocês escolhem? Cadê o cristianismo bíblico que vocês pregam?”, diz o sacerdote que afirma que Maria age na salvação do mundo, porque Cristo está vivo e está vivo através da Igreja, o Corpo de Cristo que foi gerado por Maria.
Confira:

Fonte: Diário Gospel,Com informações Gospel Prime
Via: Tô LigadooO!!!..

Queima do Alcorão por soldados americanos gera protestos no mundo islâmico


    Soldados da base de Bagram, próxima a capital Cabul. Afeganistão queimaram exemplares do Alcorão, livro sagrado do Islã, e deram motivos para que vários protestos fossem gerados no Oriente Médio, deixando muitas pessoas mortas, outras feridas e aumentando a briga entre cristãos e muçulmanos.
De acordo com jornais a queima aconteceu na segunda-feira, 20, porque os militares quiseram “se livrar” dos exemplares do Alcorão pois eles eram usados para enviar mensagens entre um preso e outro. Para excluir esses bilhetes os americanos lançaram os livros no incinerador.
Assim que as autoridades locais começaram a divulgar o ocorrido, o  secretário da Defesa, Leon Panetta, enviou de Washington um pedido de desculpas pelo ocorrido e disse que os soldados tomaram uma atitude errada.
Mas os pedidos de desculpas não foram suficientes e os afegãos começaram a protestar contra a queima dos livros sagrados. Até mesmo o Irã se pronunciou sobre o fato dizendo que as tropas dos Estados Unidos precisam deixar o Afeganistão. “A imediata retirada das tropas estrangeiras do Afeganistão é a única alternativa para que a paz e a estabilidade retornem a este país”, disse Ramin Mehmanparast, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do Irã.
Para ele a cultura religiosa islâmica é profanada devido ao mau entendimento dos ocupantes estrangeiros.
No segundo dia de protestos o número de mortos era de seis pessoas além de dezenas de feridos. Além da capital, afegã outras cidades também se rebelaram contra a queima do Alcorão e fizeram protestos.
No ano passado os afegãos também protestaram quando o pastor Terry Jones resolveu julgar e condenar o livro pelos atentados de 11 de setembro de 2001 queimando um exemplar durante o culto.
Fonte: Gospel Prime
Via Tô LigadooO!!!.
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Dilma x Evangélicos: Promessas quebradas!



    Presidente eleita com apoio de lideranças evangélicas não dá sinais que pretende honrar promessas de campanha:
"Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.
Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham abortado e enfrentem risco de morrer.
Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e de expressão e as demais garantias constitucionais individuais.
Fazer da família o foco principal de seu governo.
Não promover iniciativas que afrontem a família.
Fazer leis e programas que tenham a família como foco.
Defender a convivência entre as diferentes religiões.
Manter diálogo com as igrejas."
Para quem não lembra, essas são algumas promessas que a presidente Dilma Rousseff fez ao longo da campanha eleitoral em 2010. Elas estão relacionadas ao tema “Família e Religião”.
De modo geral, muitas das promessas de campanha ficaram esquecidas e algumas já foram parcialmente cumpridas. Mas com o lançamento dos candidatos que irão concorrer a cargos eletivos este ano, parece que os evangélicos foram envolvidos em vários compromissos que não estão sendo honrados pela presidente nem pelos seus aliados políticos.
Isso tem causado mal estar de maneira especial entre os políticos evangélicos de todo o país. O motivo é claro, as contradições são muito grandes para quem dizia há menos de dois anos atrás que manteria o diálogo com as igrejas.
O primeiro grande embate foi o chamado “kit gay”, material que seria distribuído em escolas de todo o país para combater o preconceito contra os homossexuais. A proposta era  de Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e hoje pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo.
Magno Malta, líder do PR no Senado já anunciou que vai mobilizar os evangélicos para derrotar Fernando Haddad. “Nós [religiosos] vamos derrotar o Haddad e qualquer um que acredite em ‘kit gay’ e aborto”, disse Malta, um dos expoentes da bancada evangélica.
Parte da motivação de Magno Malta é a fala do ministro Gilberto Carvalho (Secretario-Geral da Presidência) durante o Fórum Social realizado em Porto Alegre.
Na ocasião, foi divulgado que Carvalho pretende unir o PT e outros partidos  em uma batalha ideológica contra evangélicos pelo “domínio” das classes C e D.
Em seu discurso, ele lembrou “Estive na campanha do ex-presidente Lula buscando apoio do povo evangélico. E também, com a presidenta Dilma, em intensa maratona, viajei por todo o Brasil reunindo expressivas lideranças religiosas. Apoio decisivo e importante para a Vitória no segundo turno”.
Ao mesmo tempo, ressurgiu o debate sobre o aborto, um dos temas que pautou parte da   disputa de 2010 entre Dilma Rousseff e José Serra.
O motivo é a nomeação de Eleonora Menicucci para ser ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Menicucci é conhecida por defender a legalização do aborto. Numa de suas primeiras entrevistas como ministra, ela reafirmou sua posição e chamou o aborto de “problema de saúde pública”, comparando-o ao combate à dengue e às drogas.
Vários políticos ligados às alas evangélicas e católicas se manifestaram e chegaram a pedir que ela não fosse empossada.
A ministra voltou atrás no dia seguinte, mas o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi para a plenária cobrar publicamente a quebra das promessas de campanha de Dilma.
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Silas Malafaia, que apoiou Serra na eleição, escreveu no Twitter: “O PT está dando um tiro no pé atacando os evangélicos. Eles vão se ferrar”. Malafaia tem se manifestado para protestar contra o Projeto de Lei 122, desarquivado no Senado, em fevereiro de 2011, pela senadora Marta Suplicy, do PT, com a assinatura de 27 senadores.
PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de prisão.
Em suma, as questões principais que afligiram os evangélicos durante as últimas eleições e que, inclusive, causaram divisões, uma vez que as principais denominações  escolheram um lado ou outro em 2010, continuam preocupando.
Dilma prometeu “Fazer leis e programas que tenham a família como foco” e “Não promover iniciativas que afrontem a família”. Parece que seus ministros ou não sabem disso ou já esqueceram as promessas de campanha. A frequência com que os conflitos entre evangélicos e o governo atual tem entrado em rota de colisão indica que o assunto está longe de terminar e provavelmente não será pacífico nas discussões das eleições deste ano.
Segundo a Frente Parlamentar Evangélica, nas eleições de 2010, a bancada cresceu de 46 deputados (9% do total) para 68 deputados (13,2%). Isso significa um aumento de mais de 50% de uma eleição para a outra. No Senado, dos 81 senadores, apenas 3 se declaram evangélicos: Walter Pinheiro (PT-BA), Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PR-RJ).
Embora não sejam todos do mesmo partido, se fossem reunidos em um só, seria o terceiro maior do Congresso. Ficariam atrás de PT e PMDB, e empatados com o número de parlamentares do PSDB.


Fonte: Gospel Prime
Via: Tô LigadooO!!!..